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Antônio Chimango encontra, dentro da literatura rio-grandense, o merecido título de clássico. Escrito em 1915 por Amaro Juvenal, pseudônimo de Ramiro Barcelos, no calor das disputas políticas daqueles turbulentos anos que culminariam na Revolução de 1923, o poema, como bem expressou Augusto Meyer, pode ser entendido como dois em um: o primeiro é a sátira, alusão à Borges de Medeiros e ao seu infindável “reinado”; já o segundo é o descritivo, um memorial de conhecimentos campeiros narrados durante uma tropeada feita pelo tio Lautério, um pobre que anda tropeando, um autêntico gaúcho da nossa campanha. Mas que sátira é essa? E o que pode nos ensinar o tio Lautério acerca das suas vivências de campo? Buscando oferecer ao leitor os subsídios necessários para o seu entendimento, decidi escrever a história por trás de Antônio Chimango. E mais: ao ter esta edição um profundo caráter gauchesco, procurei enriquecer as notas com vivências e conhecimentos de autênticos campeiros do nosso tempo, oferecendo um verdadeiro reservatório de oralidade e tradição.
250 páginas.
Inclui no box: mapa, cartão postal temático, marcador e adesivo.
Capa brochura.
Formato 15 x 21 cm.