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Livro físico, 160 páginas; envio autografado; nome na lista de apoiadores; acompanha brindes.

 

Sinopse:

 

A tradição gaúcha foi mesmo inventada?

Há quem insista que a tradição gaúcha foi inventada. O discurso, minado de ideologia, é repetido em programas de rádio, televisão e em postagens nas redes sociais. Mas será mesmo que ela foi inventada? E se foi, quem inventou? Com qual objetivo? São perguntas necessárias. Mas vou além: o que existia antes dos CTGs, dos regulamentos e dos símbolos? Quem era o homem que montava a cavalo, tomava mate e vivia costumes próprios muito antes de saber que um dia seriam chamados de tradição? Partindo da obra de Eric Hobsbawm e confrontando suas ideias com a história do Rio Grande do Sul, Henrique Fagundes da Costa investiga o que herdamos, o que transformamos e o que realmente criamos. Uma análise que desafia respostas prontas e nos convida a olhar para as fontes, os costumes e os homens que nos precederam. E ao fim, de forma direta, responder à fatídica pergunta: a tradição foi ou não foi inventada? Aqui, cabe, ainda, uma última questão: por que isso importa? Ora, a tradição não é apenas aquilo que vestimos, celebramos ou recordamos. É parte daquilo que somos, um legado que atravessou gerações, chegou até nós e agora repousa em nossas mãos. Temos, portanto, um dever para com nosso próprio passado. Assim, este não é apenas um livro: é um despertar de consciência.